Apesar de parecer prazeroso, o cigarro destroi o organismo e diminui a resistência do corpo humano
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Imagens do tabagismo - por Erick Nelson
Apesar de parecer prazeroso, o cigarro destroi o organismo e diminui a resistência do corpo humano
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O ciclo do vício
Pessoas que fumam durante dez anos ou mais têm índices visivelmente mais altos de doenças e incapacidades do que os não-fumantes. Algumas doenças podem ser revertidas com a abstinência do tabaco. “ Eu fumei durante 9 anos e comecei a ver o mal que o cigarro fazia em minha vida. Tive que tomar uma decisão e seguir em frente com ela, fiz até terapia em grupo e nunca mais coloquei um cigarro na boca” afirma a dona de casa Célia Mattos.
Porém, muitas pessoas que param de fumar voltam em pouco tempo por falta de nicotina ou pelo o ato já ter se tornado automático. “Parei de fumar e na mesma semana me peguei comprando cigarro na padaria. Virou costume e é difícil tirar o cigarro da vida dos fumantes” fala o estudante Gilson Menezes Borges.
O momento mais difícil para adolescentes que param de fumar é a noite ou em reunião com amigos. Em entrevista com 50 estudantes que fumam, 80% afirmaram que teriam que parar de sair e beber para conseguir parar de fumar. Outros 15% disseram que basta ter força de vontade e 5% que não pretendem parar de fumar.
Flávia Coelho e Danyelle Fortunato
CORTINA DE FUMAÇA
Fumar é considerado por praticamente todos (fumantes e não fumantes), como um ato suicida. A ciência comprova que o ato causa doenças e leva à morte. Mas afinal, sejamos realistas, todos morreremos de uma forma ou de outra, o ser humano não é perfeito e nem dura para sempre. Então, por que tanto estardalhaço para cima daqueles que escolheram passar seu reduzido tempo de vida respirando fumaça?
CURIOSIDADES DO TABACO
Há cerca de 500 anos, na América foi descoberta uma planta. Sim, o tabaco, a planta que recheia cigarros, cachimbos e charutos, é originário da América e era desconhecido pelos europeus até 1498. Desde então, o consumo mundial só fez crescer, se espalhar e se sofisticar.
A começar pela língua, a palavra tabaco vem de dattukupa, que significa nós estamos fumando, em um dialeto indígena. Os europeus achavam que era o nome da planta. Mas aos poucos a erva ganhou adeptos. Logo se notou que ela afetava o corpo, o que atraiu a curiosidade médica.
E foi para divulgar a nova medicina que o médico e diplomata Jean Nicot enviou as primeiras sementes à rainha da França, Catarina de Médici. Em sua homenagem, a planta foi batizada como Nicotiana tabacum. Em pouco tempo, tabaco virou remédio para tudo, indicado para crianças que comem muita carne, para pedra no rim e até para tratar mordida de tigre.
A fumaça também marcava os eventos sociais, como as guerras. Entre os índios norte-americanos, fumava-se o cachimbo da guerra antes das batalhas. Quando a peleja terminava, era hora de tragar o cachimbo da paz. Mas também se usava o tabaco por prazer, pela agradável sensação de alerta e de energia que a planta dá ao corpo.
O TABACO NA ATUALIDADE
Atualmente se sabe que apenas 7 segundos depois de uma tragada, a nicotina chega ao cérebro e que a substância ativa o sistema cerebral que proporciona bem-estar e prazer. Ainda no cérebro, ela alivia a ansiedade, deixa a pessoa alerta e diminui o apetite.
Fumar é uma atitude tão comum que ninguém mais nota como esse gesto é peculiar. Afinal, se trata de inalar fumaça, algo repulsivo para outros animais. Mas, entre nós, fumar se tornou algo tão familiar, que algumas cenas cotidianas pareceriam falsas sem umas tragadas.
O que seria do cinema sem o cigarro nas cenas de sexo? E dos soldados, sem uma bituca para as longas horas de guarda?
Curitiba é a segunda capital em fumantes do Brasil.
Ana Maria Böhrer
Em pesquisa feita na Unibrasil, 74 entre 100 estudantes fumam e todos eles afirmam que, apesar de terem consciência dos males que o cigarro traz, não pensam em parar de fumar por enquanto. Dados da Secretaria Municipal da Saúde mostram que, das 8.981 mortes ocorridas em Curitiba no ano 2000, 1,022 (11,4%) tiveram causas diretamente relacionadas ao tabagismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relata que o tabaco é responsável por 90% das mortes por câncer de pulmão; 25% por infarto do minocárdio; 25% por doenças cerebrovasculares (derrames) e 85% por bronquite e enfisema.
No caso das mulheres que fumam, os problemas podem ser ainda mais graves. O cigarro associado ao uso de anticoncepcionais aumenta em 10 vezes os riscos de infarto e derrame. A Unidade de saúde Vila Hauer oferece, desde janeiro de 2006, tratamento médico para fumantes interessados em livrar-se do vício. O serviço oferece gratuitamente adesivos e chicletes de nicotina e expectativa é que o número de atendimentos na Unidade aumente gradativamente, à medida que a comunidade fique sabendo da existência do tratamento.
Foto: Danyelle Fortunato
quarta-feira, 14 de maio de 2008
No tempo livre...
A estudante de Administração Luciane Soares não vê a hora para que chegue o intervalo. Ela afirma que na faculdade o cigarro é mais controlado, pois quando estão em aula fica difícil sair da sala, com isso aprende a conter a vontade de fumar. (Texto em áudio)
PAMELLA MAZON
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Unibrasil reestrutura estacionamento para atender a demanda
Alunos da Unibrasil aprovam segurança do Estacionamento
Para o estudante de Ciências Contábeis, Erick da Costa, que utiliza carro e moto, um item que ajuda é a variação da cor do cartão de acordo com o tipo do veículo. “Isto ajuda os funcionários, a saber, se o motorista esta saindo com o carro certo”. Já os insatisfeitos apontam como falhas a falta de seguranças circulando pelo local, e um cadastramento dos alunos que possuem automóveis.
A faculdade diz que existe sim um cadastro dos alunos, mas que estes não têm interesse algum em procurar o serviço. Sobre a segurança do campus existem funcionários que circulam pelos estacionamentos e podem intervir em qualquer situação que saia da rotina.
Trânsito
O trânsito nos campus da Faculdade UniBrasil
A reportagem mostra a opinião dos alunos em relação ao trânsito no campus da Faculdade UniBrasil.
Reportagem, imagens e edição: Dennis J. Chyla



